terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Campo Aditivo _ Pensando no ensinar



          Não lembro quase nada das minhas aulas de Didática da Matemática, durante o curso de magistério.
       Lembro do flanelógrafo, dos palitos de picolé tingidos, do quadro valor lugar, da necessidade de utilizar o material concreto, apresentação do material dourado, utilizar substituições, mas quanto a “aplicar conteúdos” (coisa mais antiga) muito pouco,...
           Volto então a Ruben Alves: Mas como? Mas como?
        Durante o decorrer do ano letivo, por mais que tentasse, alguma coisa não estava bem. 
          Descobri que faltava domínio dos conhecimentos que precisava explorar, faltava a realização de intervenções que fazem diferença, faltava apresentar brincadeiras jogos atividades de uma forma diferente da que eu tinha aprendido com meu pai (foi ele que me ensinou matemática).
         Quanto na leitura: “A matemática em sala de aula- reflexões propostas para os anos iniciais do ensino fundamental”, me coloco a refletir que não estou sozinha na minha angustia, existe sim implicações na formação docente que se traduz na qualidade da aprendizagem do aluno, que vão além do querer ensinar do professor.
      A forma de como abordar com os alunos o conhecimento, também pode ser classificada e devemos entender o que estamos fazendo, não basta dizer “eu faço um pouco de cada coisa, aproveito um pouco de cada livro”, quando se trata de praticar a docência é preciso entender e defender algo que acreditamos, testamos e concluímos que é bom, que serve para esta ou aquela situação de aprendizagem.
           A disciplina Representação do Mundo Através da Matemática está desafiando o meu “ensinar matemática” , e também tenho encontrado respostas para  questões sobre técnica e  sobre atitudes exploratórias, construtivistas.



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