Não
lembro quase nada das minhas aulas de Didática da Matemática, durante o curso de magistério.
Lembro
do flanelógrafo, dos palitos de picolé tingidos, do quadro valor
lugar, da
necessidade de utilizar o material concreto, apresentação do
material dourado, utilizar substituições, mas quanto a
“aplicar conteúdos”
(coisa mais antiga) muito pouco,...
Volto
então a Ruben Alves: Mas como? Mas como?
Durante
o decorrer do ano letivo, por mais que tentasse, alguma coisa não
estava bem.
Descobri que faltava domínio dos conhecimentos que
precisava explorar, faltava a realização de intervenções que
fazem diferença, faltava apresentar brincadeiras jogos atividades de
uma forma diferente da que eu tinha aprendido com meu pai (foi ele
que me ensinou matemática).
Quanto
na leitura: “A matemática em sala de
aula- reflexões propostas para os anos iniciais do ensino
fundamental”, me coloco a refletir que não estou sozinha na minha
angustia, existe sim implicações na formação docente que se
traduz na qualidade da aprendizagem do aluno, que vão além do
querer ensinar do professor.
A
forma de como abordar com os alunos o conhecimento, também pode ser
classificada e devemos entender o que estamos fazendo, não basta
dizer “eu faço um pouco de cada
coisa, aproveito um pouco de cada livro”,
quando se trata de praticar a docência é preciso entender e
defender algo que acreditamos, testamos e concluímos que é bom, que
serve para esta ou aquela situação de aprendizagem.
A
disciplina Representação do Mundo Através da Matemática está
desafiando o meu “ensinar matemática” , e também tenho encontrado
respostas para questões sobre técnica e sobre
atitudes exploratórias, construtivistas.


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