sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Visita Museu da História da Medicina do Rio Grande do Sul



                           Durante as férias passadas visitei o Museu de História da Medicina de Porto Alegre, em visitação prévia para levar meus alunos.
                         Convidei meus filhos de 21 e 15 anos para me acompanharem. Meu filho mais novo foi muito contrariado. Não queria passar um dia de verão , em um museu. Decidi fazer a visita quando soube que trabalharia na Coordenação da Educação de Jovens e Adultos , na minha escola.
                         Durante a visita prévia tivemos uma ótima orientação dos monitores do Museu, melhor ainda, quando descobria que o Museu disponibiliza o transporte para turmas de trinta alunos por escola, uma vez que nem todos os alunos participam de saídas pedagógicas por não terem condições financeiras. Adorei o passeio meu filho que resistiu em fazer a visita também adorou.                                  Então era só levar os alunos na data agendada, que tudo daria certo.
                        Quando iniciou o ano letivo, sugeri o passeio disse que já tinha pré-agendado a data para a visita, os professores só teriam que trabalhar o assunto. Inicialmente os professores gostaram da ideia. Quando se aproximou da data, os professores não queria acompanhar os alunos a visita, nem mesmo a professora de Ciências que já havia trabalhado o conteúdo. Os alunos já haviam providenciado as autorizações alguns, trocado o horário de trabalho , para poder participar. Infelizmente, o passeio foi cancelado com as turmas da EJA e passado para a turma de oitavo ano da escola.
                          Foi para mim uma situação muito frustrante, descobri que mesmo trabalhando com os alunos todas as noites, os professores não confiam nos seus alunos e tem medo deles.

                           Claro que tive saídas pedagógicas bem sucedidas com os alunos, até porque acredito no impacto que estas visitas causam na aprendizagem. No caso desta saída que programei percebi que qualquer saída deve ser previamente trabalhado seja com os alunos, seja com os professores.  

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