Iniciou novo semestre 07/05/2017
A escolha dessa postagem de
2017 passa por minha necessidade de agradecimento.
Durante a apresentação do Trabalho de Conclusão de
Curso, à Banca Final, como em todo o curso, a generosidade de nossos Mestres em
compartilhar seus conhecimentos e nos orientar na construção de nossas reflexões, se fez presente.
A escrita, não deveria, mas ainda é um
desafio, escrever como, para quem, em que situação. Agora pensando na
dificuldade da escrita, trago a observação que do “antes da escrita”. Para
construir o TCC, ou qualquer outro texto ou documento existe o “pensar sobre”,
existe o conhecimento da língua escrita, existe a necessidade de entendimento, a
condição de apresentar argumentos. Antes de existir a escrita no papel, existe
no pensamento, na reflexão. Então quando nossa avaliadora nos auxiliou na
organização de nosso pensamento, que já estava cansado e atrapalhado pela
ansiedade, ocorreu a acomodação de um desequilíbrio que se perdurava em nossas
mentes:
“Meninas saiam da posição de
professora, dos objetivos de
professora, agora vocês são A Pesquisadora.”
O que antes parecia ser tão
difícil entender passa a ser objeto de reflexão! Pesquisadora, me distanciar da
posição de professora?
Tenho ouvido várias opiniões
sobre o professor pesquisador, algumas controversas a esta premissa de ação e
reflexão da ação, outras exaltando o esforço dos docentes que mesmo sem recursos
apropriados, ou tempo para tanto, esforçam para alcançar uma prática que
realmente dissemine o pensamento crítico, a autonomia e a construção do
conhecimento.
Mesmo emocionada, me
sentindo muito triste e contrariada sai desta situação diferente do que entrei
(BECKER, 2012). Carrego a certeza que não estamos prontas nunca, ainda há
muito para desenvolver e aprender!
Muito obrigada, por não
desistirem da educação de qualidade que foge da doutrinação traz a coerência
entre prática, discurso e fundamentação teórica.
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