Releitura: Contribuindo para ampliar o conhecimento de mundo
Lincada: https://profsilgarcia.blogspot.com/search?updated-max=2015-11-29T14:23:00-08:00&max-results=7
Quando fiz esta postagem, estava
atenta ao fato de que situações significativas podem auxiliar na alfabetização
e no conhecimento de mundo de meu aluno.
Após estudar um pouco sob a
corporeidade, entendo que proporcionar momentos significativas em saídas
pedagógicas além de ampliar o conhecimento de mundo, e auxiliar na
alfabetização /aprendizagem, aguça os
sentidos e auxilia o aluno a se estruturar no mundo , entendendo,
proporcionando que ele se sinta parte do contexto.
Gera oportunidade, de o professor
observar, interagir com as reações deste aluno em diferentes situações, não apenas a sala de
aula, amplia as possibilidades de intervenções do professor junto ao aluno, estimula um novo posicionamento do aluno
frente a diferentes desafios.
Ouvir a uma orquestra, assistir a
uma peça teatral, andar de transporte coletivo, conhecer uma nova praça. Todas
estas situações estimulam o corpo e mente, necessitam de novos posicionamentos,
novas formas de gerenciar os sentidos. Tomando consciência ou não do uso destes
sentidos, mas trabalhando em paralelo com eles. São novos cheiros. Novas paisagens,
novos sons... tudo se transforma em uma experiência inovadora, que além de
estimular os sentidos do corpo cria novas emoções.
Assim a disciplina de
corporeidade me mostrou que muito mais que ampliar o conhecimento de mundo do
meu aluno as saídas pedagógicas exigem do meu aluno um novo posicionamento, são
novas atitudes, e novas emoções aguçadas por todos os sentidos.
Em favorecimento de novos
horizontes, por mais experiências sensoriais, saídas pedagógicas e experiências
na escola extraio o seguinte trecho do texto: O Cérebro Social
Uma inversão sensorial e necessária
para ressignificar a vida diária, acendendo como nos grandes ritos iniciáticos,
a uma alteração do estado de consciência que nos obrigue a deslocar os limites
em que se enjaulou nosso sistema de conhecimento.
O
Cérebro Social. In Restrepo L. O direito À ternura. Petrópolis: Vozes,
1998.
Nenhum comentário:
Postar um comentário