domingo, 7 de maio de 2017

Iniciou novo semestre

       
       Confirmado, estamos no Eixo V, já realizamos 50% do curso!
      Esta afirmação nos dá força, uma sensação que tudo vai dar certo. Concluir a graduação se torna mais palpável.
    A cada disciplina, percebendo a tarefa entusiasta e apaixonada de nossos professores em possibilitar a construção de novos educadores, de forma interdisciplinar, na preocupação em transformar  qualificando a educação.
       As dificuldades encontradas por nós alunas, são levadas em consideração, quase que previstas.
     Porém aluno é aluno, em qualquer lugar, mesmo que este aluno em algum momento seja professor.    Então, as dificuldades que nossos Mestres encontram para a conclusão do curso, nem sempre conseguem compor a reflexão do grande grupo. Me refiro aqui, a dificuldades pertinentes ao momento político, a cortes financeiros, adequação de docentes, extinção de programas ou até mesmo de rotina pessoal.
    Percebo a proposta de uma aprendizagem amorosa, onde o afeto constrói conhecimento, baseado em confiança., seguindo o caminho da objetividade-entre-parênteses (Maturama,2002).

Por exemplo, pode-se considerar a relatividade das condições de existência, sem necessariamente uma hierarquização, de quem estaria mais próximo ou mais afastado do “verdadeiro”. Essa atitude implica mudanças nas práticas docentes. Em sala de aula, o professor considera como legitimas as experiências e ou mundos vividos de seus alunos e pode construir pontes desses mundos para o mundo das ciências, no qual tem o compromisso de introduzir seus alunos. Alunos e professores, relativizando seu saber, abrem espaço para aprenderem juntos. (Real; Picetti)

      Fica a inquietação que nos leva a reflexão observada na leitura do texto: Ser professor reflexivo, de Isabel Alarcão, que apresenta a autonomia no seu sentido mais completo, ultrapassando capacidades ou habilidades. Propondo a máxima: Descobre o sentido da tua profissão e descobre-te a ti mesmo como professor.
       Sigo rumo a conclusão da graduação, na certeza de que não poderei mais parar.
       Concluir o curso é para mim um desafio pessoal, me parece que para nossos professores também.
       Obrigada por não desistirem de nós!











4 comentários:

  1. Também tenho esta percepção e agradeço aos professores por não desistirem de nós mediante tanta dificuldade e os enfrentamentos que se darão ainda. Por outro lado, sinto falta inclusive desta discussão política no espaço da Universidade, vamos para lá, temos nossa aula e permanecemos como se o problema que assola nosso país não estivesse presente também neste espaço. Acredito que devamos sim discutir estas questões e quiça fazer parte de algum movimento em prol da "nossa" Universidade, em favor de nossos professores, somente unindo forças alcançaremos objetivos comuns.

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  2. Sinto falta destas discussões, mas acredito que por uma questão de prudência e sabedoria de nossos professores, estas questões políticas sejam abordadas mais delicadamente. Somos agentes políticos no exercício da docência, de uma forma muito impactante e a posição de nossos professores, vão interferir na nossa reflexão. Creio que a escola seja sim um local oportuno para discussões políticas, porém o limite das questões partidárias, deve ser respeitado, considerando o propósito da construção de professores reflexivos.

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  3. Somos seres políticos, estamos o tempo todo exercendo isso, não se trata de política partidária, veja bem, em nenhum momento coloquei desta forma. Sou partidária, tenho uma posição firme e convicta em relação a isso, mas quando coloco a necessidade desta discussão na Universidade penso que os professores saberiam bem como ser mediadores, permitindo nossa reflexão.

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  4. Olá Silvana, em primeiro lugar quero dizer que a educação sempre passa pela questão do afeto de nos afetarmos e afetarmos o outro, do quanto estamos implicados no nosso fazer. Além disso, todas as questões e acontecimento micros ou macros fazem parte dos processos de ensino e aprendizagem, portanto somos seres políticos e somos atravessa dos por todos os acontecimentos. Aproveito para relatar que essas problematizações vocês aqui nos comentários são bastante relevantes.
    Márcio Malavolta

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