segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Releitura: A minoria que desafia


Releitura: A minoria que desafia
Link: https://profsilgarcia.blogspot.com/2016/05/   

Decidi comentar esta postagem por se tratar de um assunto que ficou por algum tempo fazendo parte das minhas conversas na família e também com meus colegas professores, e ainda me desestabiliza.
Além do que, agora passando cinco semestres, estando em outra escola, onde a realidade é outra quando tenho uma bagagem diferente de conhecimento e reflexão, a respeito da inclusão, gostaria de retomar minha escrita. É preciso esclarecer minha forma de ver e perceber a inclusão de alunos com necessidades especiais, porque  minha escrita confunde os dois assuntos que acabam  convergindo.
Analisando minha escrita i, percebo que deveria ter esclarecer o assunto da aula que tive com o professor, e também identificado literaturas sobre o assunto, revisto normas da língua aperfeiçoando o uso da língua portuguesa.
Passando a reflexão sobre assunto passo a transcrever alguns pontos de minha postagem.
      “Penso que estabelecer critérios, pontos de partida e chegada com a aprendizagem baliza nosso planejamento e não devemos abolir a esperança de dar a todos condições de aprendizagem de forma igualitária. O que precisamos é nos dar conta que a minoria impulsiona, faz a diferença, transforma.”

Neste trecho, onde penso que concluí, dou continuidade e faço aqui o convite para que reflitamos juntos, sobre a ingenuidade que cometi, me referindo à possibilidade de “aprendizagem de forma igualitária”. Mesmo que quiséssemos, seria difícil chegar ao consenso de que vários alunos atingem determinado fim, como a alfabetização, a forma com que chegaram a este fim, a caminhada é única de cada aluno, mesmo que o processo tenha pontos previstos que precisam ser formados para a sua construção, mesmo que tenhamos condições de avaliar os pontos do processo com avaliações diagnósticas, à caminhada é individual.
Vejo como me desenvolvi como aluna, quando tenho condições de refletir  sobre o conjunto de variáveis que formam a individualidade do processo, e também quando tomo consciência da importância de minhas intervenções e orientações, acreditando que como docente posso sim fazer a diferença.
Não me refiro apenas às questões de contato com o mundo da escrita, a maturação biológica, as estruturas cognitivas, a cultura... Todas estas questões e outras também nos constituem como seres únicos
Hoje atendo a duas turmas de segundo ano em uma dela tenho um aluno, que é meu grande desafio, ele é meu desafio não apenas por apresentar necessidades educacionais especiais, mas por oportunizar a mim como profissional entender que é preciso atendê-lo de forma qualificada e também atender a todos os outros alunos em suas características individuais, assim me desenvolvendo como profissional transformando minhas práticas.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Releitura: Conhecimento / Piaget



Releitura:Conhecimento/Piaget


Analisando a postagem sobre conhecimento/Piaget, percebo que construí um resumo confuso da  teoria que estava estudando. Na expectativa de simplificar acabei por minimizar conceitos além de não indicar referências bibliográficas que servem auxiliar em meu processo de aprendizagem.
Durante o curso vários textos abordaram a teoria de Piaget quanto a conhecimento e aprendizagem. Estamos imersas nesta teoria, mesmo sem perceber, acabo identificando situações dentro desta teoria. Estudar ainda é preciso para que eu possa além de identificar, entenda e classifique estas situações relacionando com outras teorias, observando embasamento teórico.
A função do blog em auxiliar minha caminhada nesta construção de uma docente reflexiva poderia ter sido mais bem explorada, afinal se a postagem se tratava de conhecimento e Piaget, completa-la com os conceitos de assimilação, acomodação e equilibração, demonstrariam as etapas de construção do conhecimento.
Fica a indicação de referência para a leitura e pesquisa quanto a epistemologia genética de Piaget.

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MARQUES, Tania Beatriz Iwaszko. Epistemologia Genética. In: SARMENTO, Dirléia Fanfa; RAPOPORT, Andrea e FOSSATTI, Paulo (orgs). Psicologia e educação: perspectivas teóricas e implicações educacionais. Canoas: Salles, 2008. p.17-26

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Releitura: Estudos Sociais - Espaço e Tempo

Releitura: Estudos Sociais - Espaço e Tempo


https://profsilgarcia.blogspot.com/2016/

Durante o estágio levei a turma para assistir a peça: O laboratório do vovô, as crianças adoraram tudo para eles foi interessante: o transporte de ônibus com as outras turmas, o trajeto que reconheciam locais por onde já haviam passado o local onde foi realizada a peça, o teatro as cadeiras, as escadas. Tudo era novidade quando pedi que descrevessem o fizeram com riqueza de detalhes. A história da peça em si, não foi tão interessante para os alunos quanto o local e trajeto.
Observo então o quanto as saídas pedagógicas, relatadas na postagem, Estudos Sociais - Espaço e Tempo contribuem para o desenvolvimento da percepção de mundo dos alunos. 
Associar esta experiência ao contexto da  disciplina de corporeidade que vem ratificar o conceito de aprender, conforme descrito no texto de Clézio José dos Santos Gonçalves: Introdução ao tema Corporeidade e vivências do aprender.
“Assim, aprender não significa mais acumular conhecimentos. Existe um consenso entre teorias pedagógicas de que é preciso contextualizar, articular informações, promover novas relações e interconexões para que aconteça uma aprendizagem significativa. Impossível separar aspectos cognitivos das expressões emocionais e sociais em todo o processo de aprendizagem.”


Releitura: Ilusão provocada pela Infância Soft

Releitura: Ilusão provocada pela infância soft
link:https://profsilgarcia.blogspot.com/2015/



Analisando a postagem “a ilusão provocada pela infância soft”, percebo que poderia ter abordado também a questão comercial que envolve a infância para a inclusão dela na sociedade, além da  ilusão alimentada pelo estereótipo angelical, a questão comercial da infância, toda está promoção do belo sugere um modelo padrão de  status. Sugiro para reflexão quanto a situação comercial que envolve o universo infantil o documentário: Criança a alma do negócio, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=dX-ND0G8PRU.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Releitura: Contribuindo para ampliar o conhecimento de mundo.



Releitura: Contribuindo para ampliar o conhecimento de mundo

Quando fiz esta postagem, estava atenta ao fato de que situações significativas podem auxiliar na alfabetização e no conhecimento de mundo de meu aluno.
Após estudar um pouco sob a corporeidade, entendo que proporcionar momentos significativas em saídas pedagógicas além de ampliar o conhecimento de mundo, e auxiliar na alfabetização /aprendizagem,  aguça os sentidos e auxilia o aluno a se estruturar no mundo , entendendo, proporcionando que ele se sinta parte do contexto.
Gera oportunidade, de o professor observar, interagir com as reações deste aluno em  diferentes situações, não apenas a sala de aula, amplia as possibilidades de intervenções do professor junto ao aluno,  estimula um novo posicionamento do aluno frente a diferentes  desafios.
Ouvir a uma orquestra, assistir a uma peça teatral, andar de transporte coletivo, conhecer uma nova praça. Todas estas situações estimulam o corpo e mente, necessitam de novos posicionamentos, novas formas de gerenciar os sentidos. Tomando consciência ou não do uso destes sentidos, mas trabalhando em paralelo com eles. São novos cheiros. Novas paisagens, novos sons... tudo se transforma em uma experiência inovadora, que além de estimular os sentidos do corpo cria novas emoções.
Assim a disciplina de corporeidade me mostrou que muito mais que ampliar o conhecimento de mundo do meu aluno as saídas pedagógicas exigem do meu aluno um novo posicionamento, são novas atitudes, e novas emoções aguçadas por todos os sentidos.
Em favorecimento de novos horizontes, por mais experiências sensoriais, saídas pedagógicas e experiências na escola extraio o seguinte trecho do texto: O Cérebro Social
Uma inversão sensorial e necessária para ressignificar a vida diária, acendendo como nos grandes ritos iniciáticos, a uma alteração do estado de consciência que nos obrigue a deslocar os limites em que se enjaulou nosso sistema de conhecimento.


Referência:  
O Cérebro Social. In Restrepo L. O direito À ternura. Petrópolis: Vozes, 1998.