terça-feira, 5 de março de 2019

Releitura: Workshop III



Releitura: Workshop III
Linck: https://profsilgarcia.blogspot.com/2016/07/

Minha releitura sobre a postagem que fiz sobre o Workshop III  passa justamente pelo contexto avaliativo do workshop. 
No início do curso quando nos foi apresentada esta forma de avaliar, pareceu - me assustador, não estava habituada a ser avaliada desta forma.
Após a realização de tantos, percebo  de que além de avaliação é uma oportunidade. Digo oportunidade no sentido reflexivo, como elucidou Jussara Hoffmann, quando explica em seu livro: Pontos e Contrapontos do Pensar e Agir em Avaliação:
A abstração reflexionante leva à  avaliação  e o sujeito opera sobre os dados percebidos do objeto no sentido de transforma-lo  a partir das relações que estabelece.(HOFFMANN, p.14,1998)
Considerando a mesma autora quando argumenta a responsabilidade do professor no processo avaliativo, e  a abstração reflexionante que o workshop proporciona é que penso nesta modalidade de avaliação como uma oportunidade.
Inicialmente sem ter contato com esta forma de avaliar, entendia apenas como um momento. Percebo agora como um processo  que inclui variáveis como:
Planejamento, do professor  em pensar o que avaliar,  do aluno em organizar e alimentar anotações de percepções do decorrer do semestre.
Percepção do exemplo de um currículo integrado, onde podemos analisar os conteúdos oferecidos, através de diferentes concepções.
Auto avaliação onde o aluno consegue através da construção da síntese a oportunidade de se avaliar como aluno, e principalmente se colocar no lugar do aluno, quando também em sua sala de aula é preciso avaliar.
Aperfeiçoamento quando precisamos buscar novos conhecimentos para a construção da escrita e apresentação da síntese.
Este contexto de avaliação questiona e vai além de possibilidades de apresentar conhecimentos repetitivos, que pouco vão fazer interlocução com outras aprendizagens. Quando me deparo a pensar sobre a síntese de final do semestre, entendo o quanto ainda é preciso estudar e relacionar assuntos sobre a educação na formação dos professores do ensino fundamental. Penso que nos foi dada a oportunidade de entender educação como processo cognitivo, social, econômico e cultural, onde a insatisfação com o pronto deve ser uma premissa e a busca de possibilidades e alternativa uma constante.
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Referências:
Hoffmann, Jussara Maria Lerch, Pontos e Contrapontos: do Agir e Pensar em Avaliação - Porto Alegre: ed. Mediação, 1998.

sábado, 2 de março de 2019

Releitura: Música com a Turma

Releitura : Música com a Turma
linck: https://profsilgarcia.blogspot.com/2016/05/


Acreditando nos benefícios da música para a aprendizagem é que solicitei a inclusão de minha turma de estágio no Coral da Escola, com a intenção de promover os benefícios da musicalidade na construção das aprendizagens de meus alunos.
 A busca por minhas postagens para releitura me fez pensar sobre os reflexos da participação de minha turma no Coral da Escola. Os ensaios nem sempre eram regulares e a música era escolhida pela professora do Coral, sendo que nem sempre existia compatibilidade com o que estávamos trabalhando, mesmo assim todos se participavam. Construímos uma pasta com as músicas trabalhadas, onde exercitávamos a compreensão leitora, realizávamos a expressão e interpretação das letras através de desenhos. A repetição de estrofes, a rima, o ritmo auxiliaram a construção de uma percepção coletiva de leitura.
Retornei a disciplina de Música na Escola para retomar algumas sugestões de trabalho com a musicalidade com os alunos.
A participação foi frutífera e pretendo continuar promovendo a participação de minhas turmas no Coral da Escola.

Releitura: Aulas de Alfabetização


Releitura: Aulas de Alfabetização
Linck:https://profsilgarcia.blogspot.com/2015/11/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x_35.html

Durante estágio, tentei  buscar subsídios e possibilidades para tornar a alfabetização interessante para meus alunos. Relendo a postagem de 28/11/2015, quando concordava com a necessidade de realizar atividades que sejam significativas para o aluno, buscando auxiliar seu conhecimento de mundo, penso estar no caminho certo.
O que me faz refletir parte  justamente o termo  “significativas”.
 O que realmente se torna significativo para o aluno a ponto de tornar efetiva a aprendizagem. Acredito que esta busca dos professores alfabetizadores passa por um olhar observador, pelo interesse do professor no mundo do aluno e na habilidade de realizar a mediação entre a construção do processo de escrita, que vai além do grafar e ler palavras/ frases/textos.
Quando em 2015, levei meus alunos ao “mundo” de Mario Quintana, através de visita ao Hotel Magestic hoje, Casa de Cultura Mario Quintana, e suas obras tentaram promover a ampliação de mundo de meu aluno, mas isto não garante o interesse de eu aluno por este mundo.
O conjunto de habilidades, competências e possibilidades que podem tornar a aprendizagem significativas, é individual, podemos perceber pelo alcance da meta de  alfabetização nos anos iniciais. Alarcão se refere ao ser-reflexivo como um processo lógico e psicológico, combinando a racionalidade lógica investigativa com à intuição a à paixão do sujeito pensante, une cognição e afetividade num ato específico, próprio do ser humano (Alarcão,1996). Assim refletir e planejar atividades que se tornem significativas, passa pelo planejamento, conhecimento e comprometimento do professor com o outro e com sua função educativa.
Continuo acreditando que atividades significativas auxiliam na construção da alfabetização, mas agora no VIII Semestre, penso em como encontrar estas atividades.
Quais as condições o professor dispõe de investigação e pesquisa? Esta investigação não passa apenas pelo professor e aluno, mas também por todo material humano e fundamentação teórica no embasamento de suas descobertas. Dificilmente atividades se tornaram  significativas por si só.