Releitura da postagem: o currículo construtivista da educação
Infantil
Na ocasião da postagem, em questão tentei refletir sobre s
jogos em sala de aula suas funções e variações.
Na verdade, estudar
sobre o desenvolvimento e a aprendizagem, nos faz perceber que o olhar
observador imbuído de conhecimento, nos explica o quanto o brincar está
carregado de significado e aprendizagem.
Agora no VIII
Semestre do curso de Pedagogia, percebo a quanto carregada de novas aprendizagens,
conhecimentos, ideologias me encontro. Minha fala, já não é apenas minha fala,
meu pensar também não é só meu. Trago comigo o que li tento aprender e vivenciei
na troca com outras experiências. Na busca de um olhar observador que encontre
respostas para o desenvolvimento de meus alunos e tenha condições de relacionar
com tantas teorias que se completam ou se repelem. Passo a acreditar que o brincar nos revela, porque ele liberta emoções
e atitudes sem compromisso, mostra costumes e atribuindo valor ao individual e
o coletivo.
Assim posso concluir que o uso dos jogos/brinquedo deve ser abordado
em diferentes maneiras na sala de aula: traz conhecimento sobre o aluno,
possibilita novas aprendizagens, torna a sala de aula mais interessante e as relações mais flexíveis. Assim as atividades lúdicas se tornam, além de um reflexo de aprendizagens um exercício para ações futuras. De acordo com Vigotsky:
"A ação numa situação imaginária ensina a criança a dirigir seu comportamento não somente pela percepção imediata dos objetos ou pelo significado dessa situação que a afeta de imediato, mas também pelo significado desta situação."
Desta forma o professor poderá se valer de todas as formas
que promovem o brincar.
Em tempo, preciso comentar sobre o título da postagem que sugere
de uma forma muito mais ampla a ser abordada, sendo o brincar o meio mas não o
todo de um currículo construtivista.
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Referência:
Vigotsky, Lev Semenovich,
1896-1934. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos
psicológicos superiores / L. S.Vigotsky: organizadores: Michel cole...[et al.]
tradução José Cipolla Neto, Luís Silveira Menna Barreto, Solange Castro Afeche –
7ª ed. – São Paulo: Martins Fontes,
2007.